Garantia Safra: Comitê aprova cotas de dezesseis municípios e calendário agrícola para o Amazonas

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Comitê reunido on-line/FOTO: Djalma Júnior e Emerson Martins/Sepror

A Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) participou hoje (23/07), pela primeira vez e de forma virtual, da reunião ordinária do Comitê do Fundo Garantia Safra, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), quando foram aprovadas as cotas dos municípios e o calendário agrícola, após a inclusão do Amazonas no programa do governo federal, em junho último, para a safra 2021/2022, beneficiando produtores rurais na Bacia do Juruá e no Alto Solimões. O processo de recebimento dos documentos de adesão dos municípios e cadastramento dos produtores locais serão os próximos passos.O presidente do Comitê Estadual do Fundo Garantia Safra pelo Amazonas e titular da Sepror, Petrucio Magalhães Junior, participou da 24ª reunião ordinária, juntamente com o primeiro suplente, Heitor Liberato, e o engenheiro agrônomo Alan Sabóia, do corpo técnico. O presidente nacional do Fundo Garantia Safra, Guilherme Soria, conduziu o encontro a partir da sede do Mapa, em Brasília.

Além de aceitar a adesão do Amazonas ao fundo Garantia Safra a partir da safra 2021/2022, o Mapa ainda incluiu à lista dos sete municípios inicialmente propostos, outros nove municípios também indicados no documento, que preenchem condicionantes que levaram o governo do Estado a buscar apoio junto ao governo Federal para aquelas áreas, que são o fato de estarem com seus produtores rurais permanentemente sujeitos às perdas provocadas pelas enchentes e que apresentam Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baixo ou muito baixo.

O Amazonas entra para o Fundo Garantia Safra, com dezesseis municípios, sendo sete da Bacia do Juruá (Carauari, Eirunepé, Envira, Guajará, Ipixuna, Itamarati e Juruá) e nove do Alto Solimões (Amaturá, Atalaia do Norte, Benjamim Constant, Fonte Boa, Jutaí, Santo Antônio do Içá, São Paulo de Olivença, Tabatinga e Tonantins), de acordo com detalhamento feito por Heitor Liberato.

“Este é um grande desafio e uma nova realidade também para o Fundo Garantia Safra, que vinha pagando benefício para o déficit-hídrico, e agora é a primeira vez que vai implementar em estado que sofre com as cheias, que tem perdas por excesso hídrico”, concluiu Liberato.

 

 

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